Thomas Giulliano

Quem é Thomas?

Aprendi, com Tucídides, que a História é a busca pela verdade; com Marc Bloch, compreendi qual é o ofício de um historiador e, com Teresa D’Ávila, o valor de uma vida confessional.

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Sou um homem que necessita, diariamente, viajar a Damasco e, no caminho, cair do cavalo. Que admira uma pessoa por não se curvar ao vício hediondo da hipocrisia, mesmo em questões das quais divergimos. Sempre coloco à frente pessoas que estendem ao mundo as suas revelações, extraídas, com sinceridade, de suas consciências. Tenho dificuldades para respeitar quem se poupa, em excesso, da vergonha, equilibrando-se na aceitação de uma classe. Acho salutar a divergência humana. Respeito a singularidade do direito à escolha própria dos indivíduos. Antipatizo com qualquer tipo de doutrinação ideológica. Acho muito jeca encontrar o mesmo sujeito indicando diversos caminhos para solucionar todo tipo de questão. Acredito na eternidade e sei que não terei outra oportunidade para buscá-la, por isso, entendo o meu trabalho como parte fundamental nessa missão. Sei o quanto vale o tempo empreendido em uma ação. Prefiro apoiar-me nos exemplos de vitórias que já foram testados pelo tempo e que passam longe de frutos das carências efêmeras. Conversar com um vivo satisfaz-me desde que seja à luz dos mortos ou do Ressuscitado. Acusam-me de “direita-cachimbo”, mesmo eu preferindo charuto. O irmão de um anjo. O marido da Kamila. O ex-aluno bagunceiro e que, hoje, é professor de História do Brasil. O leitor de nossos grandes pernambucanos, fã de Batman, jogador mediano de FIFA, torcedor do Internacional, leitor de uma centena de autores, um obcecado por listas, cinéfilo com predileção por anti-heróis, dono de uma Lhasa linda chamada D’Alessandra, apreciador de Rock e contemplador do organista e compositor belga César Franck.

Aprendi, com Tucídides, que a História é a busca pela verdade; com Marc Bloch, compreendi qual é o ofício de um historiador e, com Teresa D’Ávila, o valor de uma vida confessional.

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