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Meu Natal

por Thomas Giulliano

Sou moderadamente infeliz, mas não sou ateu. O ateu não se preocupa com Deus porque decidiu que ele não existe. Eu, mesmo que através de binóculo, tento enxergá-lo. O Presépio é aquilo que a realidade tumultuosa recusa. Não há lei, nem força convencional, que detenha por um instante a sua divina embriaguez que o mundo […]

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Cigarros, café e um pouco de conversa. Isto é tudo o que preciso.

por Thomas Giulliano

O meu critério para escrever é o de anunciar a interioridade sem ceder à intimidade. Quem toca este texto toca a fisionomia do meu espírito. Para Schopenhauer há três tipos de autores; existem os que escrevem sem pensar, os que pensaram antes de se pôr a escrever e os que pensam enquanto escrevem. Tento ser […]

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Pedagogia da indignação*: uma resenha sem delírios

por Thomas Giulliano

“Antigamente os animais falavam. Hoje escrevem.” Millôr Fernandes   O medievalista francês Georges Duby dizia que o historiador não deve se fechar em sua toca, ainda que exitosa. Na condição de seu leitor, sei que ficar confinado na certeza dos números seria uma sandice.  Por mais que os resultados de meu trabalho sejam expressivos, afinal, especificamente em […]

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DESCONSTRUINDO PAULO FREIRE

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