O mesmo rigor técnico. Novos recortes analíticos.

Desconstruindo (Ainda Mais) Paulo Freire

por Thomas Giulliano

Este livro é muito mais que uma derradeira representação. Ele é a nova destruição intelectual de nosso mais célebre embusteiro.

Ao longo dos últimos 15 meses, percorri mais de 80000 km, visitei mais de 50 cidades, conversei com mais de 4000 pessoas e concedi dezenas de entrevistas. Ser uma amálgama dessas experiências é o principal objetivo do livro Desconstruindo (AINDA MAIS) Paulo Freire.

As obras “Desconstruindo Paulo Freire” e “Desconstruindo (AINDA MAIS) Paulo Freire” sepultam o pedagogo que manipulou os brasileiros.

Saibam que todas as fases criadoras da história, como ensinara Christopher Henry Dawson, foram precedidas de um estremecimento ou enfraquecimento das estruturas de alienação comunitárias, provocadas por resíduos individuais.

Valor: 39,90. Parcelamento em 2X
Preço especial de pré-venda
Entrega em 06/05/2019

Com o seu estilo messiânico, mesmo depois do impacto do best seller “Desconstruindo Paulo Freire”, o (ainda) Patrono da Educação Brasileira tem em suas palavras os argumentos que inspiram os seus inúmeros imitadores nos departamentos de ciências humanas das universidades de todo o mundo ocidental.

Capítulos

1 – Por que defendo o fim do Ministério da Educação?
2 – Quem poderia substituir Paulo Freire como o Patrono da Educação Brasileira?
3 – Paulo Freire e a orientação sexual na escola
4 – Resenha crítica de Cartas A Cristina – Reflexões Sobre Minha Vida e Minha Práxis
5 – Paulo Freire: o marxista de Raymond Aron
6 – PCN – o tentáculo totalitário do estado na educação brasileira
7 – Análise do Plano Nacional de Educação 2014 – 2024
8 – Indivíduo VS Paulo Freire

Extras

1 – Paulo Freire: antônimo de amor, por Thomas Giulliano
2 – Paulo Freire: o intelectual de Julien Benda, por Thomas Giulliano
3  – Desconstruindo Paulo Freire, por Francisco Escorsim
4 – O terrível patrono da deseducação brasileira, por Hélio Angotti Neto
5 – “Desconstruindo Paulo Freire”: uma proposta necessária, por Lucas Berlanza

“Dar um novo passo, pronunciar uma palavra nova, é o que as pessoas mais temem”

Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski